mente.com

14/08/2009

Boiar..

Filed under: Uncategorized — myself1985 @ 10:30 pm

 

Esses dias atrás, em uma trip “supersônica” a Rondópolis ( Rondonópolis), saindo de um cafézinho e caminhando pelo shopping, me deparei com uma dessas aí, do vídeo.

Juro que deu uma vontade sabe? Mas só tinha criançada brincando, e imaginei que não tinha uma que suportasse o meu peso..enfim..precisam confeccionar dessas bolhas pros adultos.

Não acha não?

13/08/2009

Ahhhh, essa vida..

Filed under: Uncategorized — myself1985 @ 8:59 pm

Acho digno dividir as coisas lindas que essa vida nos dá, ainda mais essa aqui, que coloca agente pra pensar.

Cansei de Ser Sonsa.

Filed under: Uncategorized — myself1985 @ 8:43 pm

É o seguinte.

E o seguinte é o que se segue, então pay attention!

De agora em diante, cada um vai ter a marizinha que merece.

Combinados?

beijomeliga.

12/08/2009

Cha – cha – cha – changes!

Filed under: Uncategorized — myself1985 @ 2:15 pm

Aníver chegando e a faxina rolando solta.

E nada melhor que uma musicrinha pra cantarolar enquanto o “espanador” trabalha!

Canta comigo!

 

ps: Keane é tão lindo, que é a única banda que suporto vídeo ao vivo.

Anos.

Filed under: Uncategorized — myself1985 @ 4:43 am

ANIVERSÁRIO.

 No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, eu era feliz e ninguém estava morto. Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos, e a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.

 No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma, de ser inteligente para entre a família, e de não ter as esperanças que os outros tinham por mim. Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças. Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.

Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo, o que fui de coração e parentesco. O que fui de serões de meia-província, O que fui de amarem-me e eu ser menino,

O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui… A que distância!… (Nem o acho…)

O tempo em que festejavam o dia dos meus anos! O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa, Pondo grelado nas paredes… O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas), o que eu sou hoje é terem vendido a casa, é terem morrido todos, é estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio…

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos… Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!

Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez, por uma viagem metafísica e carnal, com uma dualidade de eu para mim… comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!

Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui…

 A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos, O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado—as tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa, No tempo em que festejavam o dia dos meus anos… Pára, meu coração! Não penses! Deixa o pensar na cabeça! Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus! Hoje já não faço anos. Duro. Somam-se-me dias. Serei velho quando o for. Mais nada. Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!… O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!…

 Álvaro de Campos, 15-10-1929

.TudojuntoaomesmotempoagorA.

Filed under: Uncategorized — myself1985 @ 3:52 am

Dias e dias pra seguir, ressacas e mais ressacas pra amenizar, batalhas e mais batalhas pra se vencer.. a amadurecência dói.

Uma adolescência elevada ao quadrado, a comprovação da estupidez e a obrigatória mudança de estratégia para sobreviver .

 Os cabelos brancos aparecem (nem é preciso procurar),o corpo começa a responder de imediato a todos os seus pensamentos,  e o equilíbrio é quase a mesma coisa que a disneylândia.

..a parte mais difícil.

Amadurecer é andar na corda bamba, vacilar e não demonstrar medo, não olhar pra baixo, é ter força quando se quer despencar, é crer quando não se pode mais..acreditar em você por mais inseguro que seja, é vencer e não celebrar, sonhos pra adiar, obrigações pra viver, pés no chão e cabeça no pescoço,ser racional e não passional,  ver o nó do estômago inflamar e não gritar. Perder a mão do lúdico, escrever novas verdades, enchergar o óbvio, acreditar que menos é mais.Resetar.Começar do zero o que não deu certo.Recomeçar.Viver e fazer acontecer. EXISTIR por completo.É assim e não demora.

  Tudojuntoaomesmotempoagora!

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